Reconhecimento de Projetos Que Promovem a Diversidade
O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) divulgou oficialmente os vencedores da V Edição do Prêmio Luiz Alves Ferreira, conhecido como Prêmio Luizão, que celebra iniciativas voltadas à promoção da diversidade e ao combate à discriminação. Este prêmio é um reconhecimento importante para magistrados, servidores, escolas públicas e comunicadores, que se destacaram em seus projetos antidiscriminatórios, alinhados aos eixos da Política de Diversidade do Poder Judiciário maranhense. A cerimônia de premiação está agendada para o dia 17 de abril, às 9h, no auditório José Joaquim Filgueiras, localizado no Fórum Desembargador Sarney Costa, no Calhau.
A seleção dos projetos que se destacaram em cada uma das categorias foi realizada por uma Comissão de Avaliação. Essa comissão é composta por personalidades respeitadas, incluindo a juíza Elaile Carvalho, coordenadora do Comitê de Diversidade, e membros como Bianca Bezerra e Andréa Colins, além de Letícia Araújo e o publicitário Fernando Braga. Juntos, eles avaliaram as práticas apresentadas, premiando as que mais se alinharam aos objetivos de inclusão e diversidade.
Destaques entre os Vencedores do Público Interno
Na categoria voltada aos servidores, o primeiro lugar foi conquistado por Guilherme Henrique Madeira Sampaio, da Vara Única da Comarca de São João dos Patos, com o projeto intitulado “Círculos de Diálogo e Resolução de Conflitos no Ensino Médio do Centro de Ensino Estado de São Paulo – São Francisco do Maranhão”. O segundo colocado foi Arthur Darub Alves, coordenador administrativo da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, que apresentou a iniciativa “Você não está sozinha, mulheres e justiça juntas!”. Liana Rachel Bandeira Costa, da Divisão de Gestão de Desempenho, ficou em terceiro lugar com o “Programa de Aposentadoria”.
Entre os magistrados, o primeiro lugar foi alcançado por Larissa Rodrigues Tupinambá Castro, com a colaboração de Maria da Graça Peres Soares Amorim, com o projeto “Restaurando Vidas: Justiça Restaurativa e Pessoa Idosa”, desenvolvido no Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa. Maria da Graça também se destacou ao conquistar o segundo lugar com “Justiça Restaurativa na Escola: Educando para a Paz”.
Público Externo: O Papel das Escolas e da Comunicação
No âmbito do público externo, as escolas públicas também mostraram força com suas práticas inovadoras. O projeto “Terra do Bem Viver”, idealizado pela professora Anna Kelly Diniz Pires da escola IEMA São Vicente Férrer, garantiu o primeiro lugar. Leinz Niemeyer Campelo Araújo, do C.E Mais Quilombola Professor Luiz Alves Ferreira, ficou em segundo lugar com o trabalho “Sementes de Ancestralidade: cultivando memória, resistência e vida no quilombo urbano”, enquanto Liliane Barbosa Amorim, do IFMA – Campus Itapecuru-Mirim, conquistou o terceiro lugar com “Corpos que Educam”.
No campo do jornalismo, Edis Henrique da Silva Peres, do Portal R7, foi premiado na categoria Online/Impresso pelo artigo “PcDs no ensino superior quase triplicam em dez anos, mas ainda são menos de 1% dos estudantes”. Valdi da Costa Sousa Júnior, da RÁDIO CLUBE NEWS FM, e Flávia Moraes Moreira Barros, da TV UFMG, também foram reconhecidos em suas categorias por suas contribuições significativas à discussão da diversidade.
Premiação dos Vencedores
A premiação será generosa. Na categoria público interno, os três primeiros colocados entre os servidores receberão um smartphone. Já os magistrados premiados também serão contemplados com smartphones. No total, cinco smartphones serão entregues. No público externo, até 10 alunos de cada uma das três escolas vencedoras ganharão tablets. Além disso, membros das escolas vencedoras receberão smartphones, somando um total de 30 tablets e 5 smartphones. Para os jornalistas, os primeiros colocados nas categorias Online/Impresso, Rádio/Podcast e TV/Youtube ganharão notebooks, destacando a importância do trabalho realizado em seus veículos de comunicação.
