A evolução da Alexa+ frente ao ChatGPT
Por trás da Alexa Plus está um conjunto de grandes modelos de linguagem (LLMs) que dão vida a assistentes como o ChatGPT e seus similares. A mais recente versão da Alexa apresenta uma habilidade conversacional aprimorada, permitindo interações mais naturais e menos dependentes de comandos repetitivos, como “Alexa, faça isso” ou “Alexa, faça aquilo”. Agora, ela consegue captar nuances do contexto das perguntas, tornando as conversas mais fluidas e menos mecânicas.
Desafios da Alexa na competição com o ChatGPT
Essa atualização surge para tentar recuperar o espaço perdido para concorrentes que têm ganhado destaque no mercado de assistentes virtuais. Helton Simões Gomes destaca que a Alexa tem sido ameaçada pelo ChatGPT, o que pode impactar a estratégia da Amazon em fazer do Echo o centro das casas conectadas. O usuário Diogo Cortiz exemplifica esse desconforto: “Quando começa a tocar o timer e eu falo ‘desligar’, ela não desliga, porque é preciso dizer ‘cancelar timer’ ou ‘desligar o timer’. É algo óbvio, mas ela não entende o contexto”.
Duelo de perguntas entre Alexa+ e ChatGPT
Para avaliar as capacidades dos assistentes, Helton e Diogo realizaram um teste com perguntas idênticas para ambos:
– Qual a relação entre o Pix e as tarifas impostas por Trump ao Brasil?
– Há quanto tempo a seleção masculina de futebol está sem vencer a Copa?
– Escreva um e-mail de apresentação;
– Adivinhe a música que contém determinado verso;
– Identifique o filme que tem uma cena icônica;
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Fonte: diariofloripa.com.br
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Fonte: soudejuazeiro.com.br
Nas tarefas que exigem explicações e informações, as respostas da Alexa+ foram semelhantes às do ChatGPT. No entanto, em repertório cultural, a assistente da Amazon falhou ao errar a música “Vou Festejar” e não reconhecer a cena de abertura do filme “Cidade de Deus”. Ao final do confronto, o ChatGPT venceu por 5 a 3.
Limitações e pontos fortes da Alexa+
Helton avalia que houve uma melhora significativa na Alexa, mas ainda há um longo caminho para alcançar o nível do ChatGPT. Diogo acredita que a diferença está no tamanho e na configuração dos modelos que sustentam a Alexa+, que aparenta ser mais eficiente para seguir instruções específicas, porém menos capaz de acessar uma base ampla e diversificada de informações. Por outro lado, o ChatGPT se destaca como um assistente mais generalista.
Além disso, Helton ressalta que a Alexa possui funcionalidades que ficaram fora do teste, como a capacidade de integrar dispositivos domésticos à rotina dos moradores, algo que o ChatGPT ainda não oferece.
Jogadores de Pokémon Go e o avanço tecnológico
O que começou como uma brincadeira de caçar Pikachu nas ruas se transformou em uma tecnologia que auxilia robôs e drones militares. A Niantic, desenvolvedora do Pokémon Go, acumulou bilhões de registros visuais coletados por meio do jogo e os utilizou para criar um mapa 3D que promete ser mais preciso que o GPS em áreas com sinal instável. Helton Simões Gomes explica que essa tecnologia está sendo aplicada em robôs entregadores nos Estados Unidos e também em drones militares, representando uma revolução no georreferenciamento.
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Fonte: vitoriadabahia.com.br
Instagram TV: a aposta da Meta para as smart TVs
A Meta lançou nos Estados Unidos um aplicativo do Instagram voltado para smart TVs e dispositivos Roku, focado em vídeos longos e em formato horizontal. Segundo Diogo Cortiz, a proposta busca fugir da saturação dos vídeos curtos e se aproximar do modelo de consumo do YouTube, líder em vídeos longos na internet. A iniciativa também resgata uma tentativa anterior da empresa, na época em que ainda era Facebook, de levar conteúdos para a televisão.
Com esse novo app, o Instagram aposta em parcerias com criadores para produzir conteúdos inéditos e mais extensos, adaptados para a tela da sala de estar.
Claude Skill: inovação que diferencia a Anthropic na IA
As “skills” do Claude representam um avanço na forma de ensinar a inteligência artificial a executar tarefas repetitivas de maneira consistente, sem a necessidade de reescrever instruções a cada solicitação. Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes destacam que essa funcionalidade permite que a IA invoque habilidades pré-programadas conforme as demandas, como montar slides ou criar posts para redes sociais.
Diogo compara essa dinâmica a um estagiário que aprende as rotinas da empresa para executar tarefas de forma padronizada. As skills proporcionam uma customização em larga escala, permitindo que a própria IA selecione e utilize as ferramentas necessárias para cada tarefa, tornando o processo mais eficiente e adaptável.
