Rosiane Pinheiro revive momento marcante da carreira
Em meio à expectativa pela Copa do Mundo de 2026, Rosiane Pinheiro, dançarina e influenciadora de 51 anos, decidiu resgatar uma das imagens mais emblemáticas de sua trajetória. A ex-integrante da Gang do Samba recriou a capa da revista Playboy de junho de 1998, em que foi eleita Musa da Copa, um título que lhe garantiu projeção nacional.
Na segunda metade dos anos 1990, Rosiane se destacou como uma das figuras mais conhecidas do Entretenimento brasileiro. Em 1997, participou do concurso Morena do Tchan, alcançando a final, embora tenha sido superada por Scheila Carvalho. Essa visibilidade abriu caminho para sua entrada na Gang do Samba, consolidando sua imagem como símbolo de sensualidade e beleza na época.
Reconhecimento único como Musa da Copa do Mundo
Ao rememorar a capa que marcou sua carreira, Rosiane ressaltou o significado especial do título de Musa da Copa de 1998. Ela é até hoje a única mulher a ter recebido essa homenagem por votação popular e também pelos jogadores da Seleção Brasileira que participaram do Mundial.
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“Até hoje, sou a única Musa da Copa do Mundo da história das Copas escolhida pelos próprios atletas que participaram do torneio e pelo público. Representar a beleza da mulher brasileira naquele momento foi uma honra que marcou minha vida para sempre”, declarou a artista.
Sucesso e frustração financeira após a publicação
Embora o sucesso artístico tenha sido imenso, Rosiane revelou que os ganhos financeiros foram muito abaixo do esperado. Durante anos, acreditou ter recebido uma remuneração condizente com a repercussão da revista, mas posteriormente descobriu que o valor foi menor do que imaginava.
“Na época, eu acreditava que estava vivendo uma das maiores conquistas da minha vida profissional. Ser capa da Playboy representava reconhecimento nacional, sucesso e valorização artística. Só mais tarde percebi que recebi apenas uma pequena parte do que considerava justo”, contou.
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Ela comparou sua experiência com a de outras mulheres que afirmam ter transformado suas vidas com o dinheiro da Playboy. “Vejo muitas mulheres dizendo que compraram apartamento, carro ou mudaram de vida com o dinheiro da Playboy. Fico feliz por elas, mas comigo não aconteceu nada disso. E o curioso é que minha edição foi uma das mais emblemáticas da época. Não digo isso por vaidade, mas pelo impacto que teve e pelo fato de ainda ser lembrada mais de 25 anos depois”, disse.
Orgulho e legado que perduram
Apesar da decepção financeira, Rosiane garante não guardar arrependimentos quanto ao ensaio. Para ela, aquele momento permanece como um dos capítulos mais importantes de sua carreira artística.
“Não me arrependo nem por um segundo. Se pudesse voltar no tempo, faria tudo novamente. Tenho orgulho daquela capa, do meu corpo, da minha história e do que aquele momento representa até hoje”, concluiu a dançarina.
