Apoio Coletivo à Cultura Maranhense
Na noite desta quinta-feira (16), a Casa Barrica, em São Luís, foi palco de um grande encontro que uniu o pré-candidato ao Governo do Estado, Orleans Brandão, e mais de 300 grupos culturais. O evento ressaltou a importância da cultura como uma expressão vibrante da identidade e da resistência do povo maranhense. Participantes de diversos segmentos da cultura folclórica demonstraram seu apoio à pré-candidatura de Orleans, reforçando a confiança em seu projeto político voltado para o Maranhão.
No evento, Orleans se comprometeu a priorizar a cultura em sua plataforma de governo. Para ele, a cultura não deve ser vista apenas como um patrimônio histórico, mas sim como um motor que impulsiona a economia criativa e o turismo, além de preservar as raízes culturais do estado. “A cultura maranhense não será apenas valorizada, ela será prioridade. Estamos falando da alma do nosso povo, da nossa história e do nosso futuro. Precisamos garantir condições para que nossos artistas e fazedores de cultura tenham apoio, reconhecimento e oportunidades reais de crescimento”, destacou Orleans durante seu discurso.
O pré-candidato também reconheceu os avanços obtidos nos últimos anos, que foram frutos do diálogo constante com os fazedores de cultura, mas não deixou de mencionar os desafios que ainda existem. “Foi ouvindo suas queixas e demandas que conseguimos construir o que temos hoje. Entretanto, é claro que nem tudo está resolvido; temos muito a fazer e precisamos potencializá-la ainda mais”, enfatizou, prometendo dar continuidade às ações e ampliar o diálogo com o setor cultural.
Um Diálogo Coletivo com a Cultura
O evento permitiu que mestres da cultura popular, artistas e outros fazedores de cultura compartilhassem suas demandas e visões para o futuro, possibilitando uma construção coletiva de um projeto robusto que visa o fortalecimento da cultura maranhense.
Dentre os grupos que se mostraram solidários à pré-candidatura de Orleans estavam os bois de Nina Rodrigues, Axixá, Barrica, Humberto de Campos, Lendas e Magias, Morros, Brilho da Lua, São Simão, Madre Deus e Oriente, além da Dança Portuguesa de Itapecuru e vários blocos tradicionais, como Os Trapalhões e Brasinha. Essa diversidade reflete a riqueza cultural do Maranhão.
Cultura como Ferramenta de Desenvolvimento
A iniciativa também destaca um movimento que busca entrelaçar cultura e desenvolvimento. Ao integrar os protagonistas das manifestações culturais nas decisões políticas, o evento buscou reconhecer a importância fundamental que esses grupos têm na formulação de políticas eficazes para o setor.
Um dos oradores do evento, Itamilson Lima, presidente da Liga das Escolas de Samba do Maranhão, ressaltou a atenção que o governo tem dado ao desfile das agremiações no Carnaval de Passarela de São Luís. “Se não fosse a sensibilidade do governador Brandão e a articulação de Orleans, não teríamos o carnaval de passarela este ano. Por isso estamos aqui para agradecer e afirmar que acreditamos nas suas propostas e que queremos avançar ainda mais com Orleans”, afirmou Lima.
Arerê Lambertine, presidente da União de Quadrilhas Juninas e Danças Populares do Maranhão, também se fez presente e expressou otimismo. “Hoje somos recebidos e valorizados. Acredito que podemos fazer muito mais e que Orleans pode conduzir esse processo”, disse ela, representando 118 grupos culturais.
Val Monteiro, presidente do Boi Lendas e Magias, lembrou que os cachês dos grupos culturais estavam sem reajuste há 12 anos. “Estávamos há mais de uma década com os cachês defasados. Somente na gestão do governador Brandão essa correção foi feita. Isso também é valorização, e tenho certeza de que teremos isso com Orleans”, comentou Monteiro.
José Lobato, presidente do Boi de Morros, entregou uma Carta de Compromisso com a Cultura do Maranhão, apresentando propostas como a criação de escolas de saberes populares e a concessão de linhas de crédito para os guardiões da cultura local. “Fico feliz por Orleans ter vindo ao nosso encontro. Isso é um bom sinal de que poderemos esperar avanços ainda maiores”, concluiu Lobato.
