Defesa da Estátua da Havan
O empresário Luciano Hang, proprietário da rede varejista Havan, voltou a manifestar sua insatisfação nas redes sociais em relação à ação do Ministério Público do Maranhão (MPMA), que solicita a remoção da réplica da Estátua da Liberdade, localizada em frente à loja da marca em São Luís. A justificativa para tal medida seria a alegação de poluição visual.
Na sua postagem, Hang apresentou uma comparação entre a estátua e o estado de conservação de imóveis do Centro Histórico da capital maranhense. Para ele, a aparenta desordem de algumas estruturas na área histórica evidencia uma inversão de prioridades, onde as autoridades deveriam, em sua opinião, direcionar esforços para resolver problemas estruturais mais urgentes da cidade.
Segundo o empresário, a construção da estátua foi realizada com total conformidade legal, tendo obtido todos os alvarás e autorizações necessários antes do início das obras. Hang nega quaisquer irregularidades em relação à instalação e argumenta que a ação do MPMA vai além de uma discussão técnica, insinuando que há um viés de descontentamento direcionado especificamente à sua marca.
Em sua declaração, ele ressaltou a importância da Havan para a economia local, citando a geração de empregos e a contribuição ao pagamento de impostos. “No fundo, não se trata de uma oposição à estátua ou à loja. A questão é contra a Havan,” afirmou Hang em sua postagem.
Por fim, o empresário provocou seus seguidores a refletirem sobre qual das imagens apresentadas — o Centro Histórico deteriorado ou a loja da Havan — teria um impacto visual negativo mais significativo. Essa manobra visa engajar o público no debate sobre a estética urbana e as decisões do MPMA, instigando uma reflexão crítica sobre as prioridades de conservação e desenvolvimento urbano em São Luís.
